Deus meu Pai!

Ser Pai, é transmitir Deus em toda sua essência para os filhos. Missão de ser Pai!!

Deus, meu Pai!

 Ser filho diante de Deus, no vínculo a Deus, fundamento da autoridade paterna, o caminho para Deus passa por uma sã vinculação dos pais. Na família os filhos formarão sua vivência e imagem fundamental de autoridade como “Bom Pai”.

Se a vivência é positiva, entenderá a autoridade como poder de amor e de serviço, protetor e estimulante do próprio crescimento. Através de uma vivência negativa dos pais, verá a autoridade como poder opressor, injusto, violento e temível.

A primeira experiência condiciona a futura relação a toda autoridade: Deus, sacerdotes, professores, chefes de trabalho ou da política.

Meu filho muito amado!

 Desta experiência da autoridade dos próprios pais depen­de outra, sumamente importante: a experiência da própria dignidade pessoal, sentir-se amado por Deus como filho único e especial.

Esta certeza condiciona de modo profundo a segurança existencial, a capacidade de amar e a criatividade da pessoa. Quem não se sinta digno e valioso, será um eterno inseguro frente à vida, um complexado, incapaz de aceitar-se e amar a si mesmo. Também não será capaz de amar aos demais. Porque não poderá reconhecer serenamente os valores dos outros, sem ver neles rivais que despertam sua inveja, que o colocam na defensiva ou que busca destruir para afirmar-se a custa deles.

Inseguros, tampouco se animarão a exercitar seus talentos pessoais, retrocederão diante dos obstáculos, não assumirão com gosto as tarefas que tenham por diante.

Ser filho amado é a certeza da transmissão desta esperiência aos próprios filhos. 

Missão necessita de tempo! 

Uma consciência sã da própria dignidade de filho surge de uma única maneira: sentindo-se amado, especialmente pelos próprios pais.

Dedicando-lhes tempo para conversar e divertir-se com eles, preferindo escutar-lhes antes que ao televisor, acariciando-lhes, preocupando-nos por suas necessidades e desejos, etc.

Com isso lhes dizemos: Vocês valem, são para nós o mais valioso que possuímos muito mais que as coisas e o dinheiro. Têm uma dignidade única: são pessoas e são nossos filhos. E eles acreditarão, porque o sentem a cada momento. Vão sentir-se de verdade pessoas (e não coisas) e vão atrever-se a olhar a vida sem medo. Poderão, ao longo de sua vida, viver uma sã vinculação consigo mesmo, com o próximo e com o trabalho. 

Família pensada por Deus

A renovação da família exige a reconquista de nossa paternidade. Sem isso, nunca seremos homens capazes de criar um mundo novo, um mundo realmente humano. Sem resgate da paternidade, nunca seremos filhos felizes, verdadeiros irmãos e cristãos plenos.

 

 

Fonte consultada: Reflexoes do Padre Nicolás Schwizer, Schoenstatt

Adaptação- Sueli Vilarinho

Amex Assessoria